<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Mundo SOA</title>
	<atom:link href="http://mundosoa.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://mundosoa.wordpress.com</link>
	<description>Tudo sobre o Arquitetura Orientada a Serviços - SOA,EAI e Integração de Plataformas</description>
	<lastBuildDate>Wed, 26 Oct 2011 16:51:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='mundosoa.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Mundo SOA</title>
		<link>http://mundosoa.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://mundosoa.wordpress.com/osd.xml" title="Mundo SOA" />
	<atom:link rel='hub' href='http://mundosoa.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>SpringMVC</title>
		<link>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/17/springmvc/</link>
		<comments>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/17/springmvc/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 16:19:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mundosoa.wordpress.com/?p=77</guid>
		<description><![CDATA[Comessei a testar o SpringMVC, me parece muito bom e simples, em comparação com o struts, este pode ser uma boa opção como substituição ao struts que já é uma tecnologia Legada.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=77&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comessei a testar o SpringMVC, me parece muito bom e simples, em comparação com o struts, este pode ser uma boa opção como substituição ao struts que já é uma tecnologia Legada.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mundosoa.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mundosoa.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mundosoa.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mundosoa.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mundosoa.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mundosoa.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mundosoa.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mundosoa.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mundosoa.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mundosoa.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mundosoa.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mundosoa.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mundosoa.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mundosoa.wordpress.com/77/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=77&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/17/springmvc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/45357f85d69a14ff6c842fe6109b10c0?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Sandro Rogério</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Arquitetura corporativa federal (FEA &#8211; Federal Enterprise Architecture)</title>
		<link>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/17/arquitetura-corporativa-federal-fea-federal-enterprise-architecture/</link>
		<comments>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/17/arquitetura-corporativa-federal-fea-federal-enterprise-architecture/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 15:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mundosoa.wordpress.com/?p=74</guid>
		<description><![CDATA[Arquitetura corporativa federal (FEA &#8211; Federal Enterprise Architecture A arquitetura corporativa federal (FEA) é a mais recente tentativa do governo federal unir o grande número de agências e funções sob uma única arquitetura corporativa comum e universal. A FEA ainda &#8230; <a href="http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/17/arquitetura-corporativa-federal-fea-federal-enterprise-architecture/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=74&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 id="XSLTsection128121120120">Arquitetura corporativa federal (FEA &#8211; Federal Enterprise Architecture</h3>
<p>A arquitetura corporativa federal (FEA) é a mais recente tentativa do  governo federal unir o grande número de agências e funções sob uma  única arquitetura corporativa comum e universal. A FEA ainda está em  seus primórdios, pois a maior parte dos principais itens está disponível  desde 2006, apenas. Todavia, conforme mencionei na seção histórico,  possui atrás de si uma longa tradição e, se não for por nenhum outro  motivo, tem muitas falhas as quais, quem sabe, serviram para o  aprendizado de lições valiosas.</p>
<p>A FEA é a mais completa de todas as metodologias discutidas até  agora. Possui uma taxonomia abrangente, como Zachman, e um processo  arquitetural, como o TOGAF. A FEA pode ser considerada uma metodologia  para criar uma arquitetura corporativa ou o resultado da aplicação desse  processo a uma determinada empresa, ou seja, o governo norte-americano.  Farei a minha análise da FEA pela perspectiva metodológica. Meu  interesse específico, aqui, é como poderemos aplicar a metodologia FEA  às empresas privadas.</p>
<p>A maior parte dos escritores descreve a FEA como simplesmente  compreendendo cinco modelos de referência, um para cada desempenho:  negócio, serviço, componentes, técnico e dados. É verdade que a FEA tem  esses cinco modelos de referências, mas existe muito mais na FEA do que  apenas os modelos de referência. Um abordagem completa da FEA precisa  incluir todos os seguintes itens:</p>
<ul>
<li>perspectiva de como as arquiteturas corporativas devem ser observadas (o modelo segmento, que descreverei de modo sucinto);</li>
<li>conjunto de modelos de referência para a descrição de várias  perspectivas da arquitetura corporativa (os cinco modelos acima  mencionados);</li>
<li>processo para criar uma arquitetura corporativa;</li>
<li>processo transicional para migrar de um paradigma pré-EA para um pós-EA;</li>
<li>taxonomia para catalogação de ativos que fica no âmbito da arquitetura corporativa;</li>
<li>abordagem para medir o sucesso de se usar a arquitetura corporativa para trazer valor ao negócio.</li>
</ul>
<p>Como se vê, a FEA trata de muitas questões e não de modelos, apenas.  Inclui tudo o que é necessário na construção de uma arquitetura  corporativa para, provavelmente, a mais complexa organização da Terra: o  governo norte-americano. No dizer do FEA-Program Management Office  (FEAPMO), a FEA, considerada in totum, fornece:</p>
<p><em>&#8230;uma linguagem e um framework comuns para descrever e analisar os  investimentos em TI, aprimorar a colaboração e, por fim, transformar o  governo federal em uma organização centrada no cidadão, orientada a  resultados e baseada no mercado, conforme estabelecido na Agenda de  gerenciamento do presidente. [25].</em></p>
<p>Ainda que seja um desafio imaginar que nada menos do que uma obra de  intervenção divina possa &#8220;transformar o governo federal em uma  organização centrada no cidadão, orientada a resultado e baseada no  mercado&#8221;, existe pelo menos a esperança de que alguma metodologia FEA  possa ajudar nossa problemática empresa MedAMore a lidar com seus  problemas muito mais rotineiros. Assim, vejamos o que a FEA tem a  oferecer.</p>
<div><a href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb466232.aspx#mainSection"> </a> <a href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb466232.aspx#mainSection">Inicio da pagina</a></div>
<h3 id="XSLTsection129121120120">A perspectiva da FEA sobre a arquitetura corporativa (EA)</h3>
<p>Uma empresa constrói-se de segmentos. Essa é a perspectiva da FEA  sobre a EA, idéia primeiramente apresentada pela FEAF [26]. Segmento é  uma funcionalidade principal da linha de negócio, como a área de  recursos humanos. Existem dois tipos de segmentos: segmentos de área de  missão central (core mission) e segmentos de serviços do negócio.</p>
<p><em>Um segmento de área de missão central</em> é aquele fundamental para  a missão ou finalidade de um determinado limite político no âmbito da  empresa. Por exemplo, na agência de saúde e serviços sociais (HHS) do  governo federal, saúde é um segmento de área de missão central.</p>
<p><em>Um segmento de serviços do negócio</em> é fundamental para muitas  organizações políticas, se não para todas. Por exemplo, a gerência  financeira é um segmento de serviços do negócio necessário a todas as  agências federais.</p>
<p>Outro tipo de ativo da arquitetura corporativa é um <em>serviço corporativo</em>,  função bem definida que transpõe limites políticos. Um exemplo de  serviço corporativo é o gerenciamento de segurança, serviço que trabalha  de modo unificado através de todas as seções da empresa.</p>
<p>A diferença entre serviços e <em>segmentos corporativos</em>, especialmente <em>segmentos de serviço do negócio</em> é confusa. Ambos são compartilhados por toda a empresa. A diferença  está em que os segmentos de serviço do negócio têm um escopo que abrange  apenas uma única organização política. O escopo dos serviços  corporativos abrange toda a empresa.</p>
<p>No governo federal, por exemplo, as duas agências, HHS e a de  proteção ambiental (EPA), utilizam o segmento de serviço do negócio  recursos humanos. Entretanto, as pessoas gerenciadas por recursos <em>humanos</em> compõem dois grupos diferentes: HHS e EPA.</p>
<p>Ambas, HHS e EPA, também usam o serviço corporativo gerenciamento de  segurança. Todavia, as credenciais de segurança gerenciadas pelo <em>serviço de gerenciamento de segurança</em> não são específicos para nenhuma dessas agências. As credenciais de  segurança são gerenciadas efetivamente, apenas quando gerenciadas no  âmbito da empresa.</p>
<p>Resista à tentação de equiparar <em>segmentos ou serviços</em> com serviços, como em <em>arquiteturas orientadas</em> a serviço. Existem dois motivos para desqualificar tal comparação. Em  primeiro lugar, serviços corporativos, segmentos de serviço do negócio e  segmentos de área de missão central são muito mais abrangentes no  enfoque do que os serviços encontrados nas arquiteturas orientadas a  serviço.</p>
<p>Depois, os segmentos são uma unidade organizacional de uma <em>arquitetura corporativa</em>, enquanto que serviços são uma unidade organizacional das <em>implementações técnicas</em>.  Como unidades organizacionais de uma arquitetura corporativa, suas  profundidades incluem não apenas a técnica, mas também as arquiteturas  do negócio e de dados.</p>
<p>Uma nota final sobre segmentos: embora os segmentos <em>funcionem</em> no nível político (ou seja, agência), são <em>definidos</em> no nível corporativo (ou seja, governo). Os serviços corporativos,  evidentemente, funcionam e são definidos no nível corporativo.</p>
<p>O fato de os segmentos serem definidos em nível global facilita a  reutilização através de todos os limites políticos. Pode-se mapear o uso  dos segmentos através dos limites políticos da empresa e, depois, usar  esse mapa para procurar oportunidades de reuso arquitetural. A Figura 8,  por exemplo, apresenta um mapa de segmentos do governo federal com base  no guia prático da FEA [27]. Como se vê, existem muitos segmentos  (colunas verticais) usados em várias agências e qualquer uma delas, ou  todas, são boas candidatas ao compartilhamento.</p>
<p><img title="Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_08(pt-br,MSDN.10).jpg" src="http://i.msdn.microsoft.com/dynimg/IC12216.jpg" alt="Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_08(pt-br,MSDN.10).jpg" width="549" height="475" /></p>
<p><strong>Figura 8. Mapa segmentado do governo federal</strong></p>
<div><a href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb466232.aspx#mainSection"> </a> <a href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb466232.aspx#mainSection">Inicio da pagina</a></div>
<h3 id="XSLTsection130121120120">Modelos de referência da FEA</h3>
<p>Os cinco modelos de referência da FEA tratam, sobretudo, do  estabelecimento das linguagens comuns. Aqui, a meta é facilitar a  comunicação, cooperação e colaboração através dos limites políticos. De  acordo com o FEAPMO:</p>
<p><em>A FEA compreende um conjunto de &#8220;modelos de referência&#8221;  inter-relacionados projetado para facilitar a análise inter-agências e a  identificação de investimentos duplicados, lacunas e oportunidades para  colaboração dentro e através das agências. Em termos coletivos, os  modelos de referência [compõem] um framework para a descrição de  elementos importantes da FEA, de modo comum e consistente. [28]</em></p>
<p>Por que precisamos de uma linguagem comum? Analise este diálogo:</p>
<p><strong>James:</strong> Você tem um “torch” (em inglês: lanterna, farolete ou maçarico) para me emprestar?</p>
<p><strong>Roger:</strong> Não, acho que não.</p>
<p><strong>James:</strong> Saberia me dizer onde posso comprar um?</p>
<p><strong>Roger:</strong> A loja de ferragens na cidade pode ter.Com essa  informação, James vai até a loja de ferragens e compra um torch  (lanterna). Quando ele volta&#8230;</p>
<p><strong>Roger:</strong> Conseguiu o seu torch?</p>
<p><strong>James:</strong> Sim, aqui está.</p>
<p><strong>Roger:</strong> Mas, isso não é um maçarico! É uma lanterna. Por que não me disse? Tenho uma que poderia ter lhe emprestado.</p>
<p><strong>James:</strong> Bem, por que você não me disso isso?</p>
<p>O problema, lógico, é que o James é inglês, e o que eu chamo de lanterna os ingleses dizem farolete. E, pior, quando ouço torch <em>(lanterna, farolete ou maçarico)</em>, logo penso em blowtorch (<em>maçarico</em>).  Embora ambos falemos inglês, não falamos necessariamente o mesmo  inglês. O resultado é que James saiu e, desnecessariamente, gastou  dinheiro em algo que eu poderia ter lhe emprestado.</p>
<p>Esse é exatamente o problema que os modelos de referência da FEA  tentam resolver em escala muito maior. Suponha que a receita federal  (IRS) resolva que precisa de um sistema demográfico para rastrear dados  de contribuintes. Perguntam aos fabricantes do setor se alguém tem um  que possa ser modificado para essa finalidade. Ninguém tem.</p>
<p>Mal sabem eles que, na porta ao lado, a imprensa oficial do governo  (GPO &#8211; Government Printing Office) tem um sistema demográfico perfeito,  quase exatamente aquilo que a receita federal precisa. É que o pessoal  da imprensa oficial chama o sistema de <em>análise de clientes</em>.</p>
<p>Desconhecendo o fato, a receita federal sai em campo e constrói seu  sistema do zero, em lugar de apenas modificar aquele já construído (e  pago) pelo GPO. E, assim fazendo, a receita federal vai gastar  consideravelmente muito mais do que James gastou comprando uma lanterna  desnecessária.</p>
<p>Isso, em poucas palavras, é a meta dos cinco modelos de referência da  FEA: oferecer termos e definições padronizados para os domínios da  arquitetura corporativa e, assim, facilitar a colaboração e o  compartilhamento através do governo federal. Os cinco modelos de  referência são os seguintes:</p>
<ol>
<li><em>O modelo de referência do negócio (BRM &#8211; business reference model)</em> oferece uma visão do negócio das várias funções do governo federal. Por  exemplo, o BRM define uma capacidade-padrão do negócio denominada  gerenciamento de recursos hídricos, subfunção de recursos naturais,  considerada uma linha de negócio da área de negócio mais ampla, serviços  para a comunidade; [29]</li>
<li><em>O modelo de referência de componentes (CRM &#8211; components reference model)</em> oferece uma visão mais de TI dos sistemas que dão suporte à  funcionalidade do negócio. Por exemplo, o CRM define um sistema de  análise do cliente que descrevi anteriormente na inter-relação  hipotética entre a receita federal e a agência de proteção ambiental;  [30]</li>
<li><em>O modelo de referência técnica (TRM &#8211; Technical Reference Model)</em> define várias tecnologias e normas que podem ser usadas na construção  dos sistemas de TI. Por exemplo, o TRM define HTTP como um protocolo,  subconjunto de um transporte de serviços, subconjunto de um acesso e  entrega de serviços; [31]</li>
<li><em>O modelo de referência de dados (DRM &#8211; Data Reference Model)</em> define formas padronizadas para descrever dados. Por exemplo, o DRM  define uma entidade como algo que contém atributos e participa nos  relacionamentos; [32]</li>
<li><em>O modelo de referência de desempenho (PRM &#8211; performance reference model)</em> define formas padronizadas para descrever o valor gerado pelas  arquiteturas corporativas. Por exemplo, o PRM descreve qualidade como  uma área de medição tecnológica, definida como &#8220;a extensão de acordo com  a qual a tecnologia satisfaz as exigências de funcionalidade ou  capacidade&#8221;. [33]</li>
</ol>
<div><a href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb466232.aspx#mainSection"> </a> <a href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb466232.aspx#mainSection">Inicio da pagina</a></div>
<h3 id="XSLTsection131121120120">Processo da FEA</h3>
<p>O processo da FEA concentra-se, principalmente, na criação de uma  arquitetura de segmentos para todo o subconjunto da empresa (no caso da  FEA, a empresa é o governo federal e o subconjunto, uma agência  governamental) e está descrita no Guia de prática da FEA [34].  Anteriormente neste artigo, já discuti a visão da FEA sobre os segmentos  corporativos. O processo global de desenvolvimento da arquitetura de  segmentos é (em um nível bem elevado) o seguinte:</p>
<ul>
<li><strong>Etapa 1:</strong>
<p>Análise arquitetural: define uma visão simples e concisa do segmento,  fazendo uma relação retrospectiva com o plano organizacional;</li>
<li><strong>Etapa 2:</strong>
<p>Definição arquitetural: define o estado arquitetural desejado do  segmento, documenta as metas de desempenho, considera as alternativas de  projeto e desenvolve uma arquitetura corporativa para o segmento,  incluindo as arquiteturas de negócio, dados, serviços e tecnologia</li>
<li><strong>Etapa 3:</strong>
<p>Estratégias de investimento e custeio: considera como o projeto será custeado;</li>
<li><strong>Etapa 4:</strong>
<p>Plano do programa de gerenciamento e projetos executivos: criação de  um plano para gerenciar e executar o projeto, incluindo eventos e  medidas de desempenho que avaliarão o sucesso do projeto.</li>
</ul>
<div><a href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb466232.aspx#mainSection"> </a> <a href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb466232.aspx#mainSection">Inicio da pagina</a></div>
<h3 id="XSLTsection132121120120">Medição do sucesso da FEA</h3>
<p>O framework FEA para medir o sucesso organizacional do uso da  arquitetura corporativa está definido no framework de avaliação da (EA)  do programa de arquitetura corporativa federal 2.1 [35]. As agências  federais são classificadas de acordo com os respectivos níveis globais  de maturidade em três categorias principais:</p>
<ol>
<li>Perfeição arquitetural: nível de maturidade da própria arquitetura;</li>
<li>Uso arquitetural: quão efetivamente a agência usa sua arquitetura para dar suporte à tomada de decisões;</li>
<li>Resultados arquiteturais: benefícios realizados pelo uso da  arquitetura. O OMB atribui a cada agência uma classificação de sucesso,  com base nas notas de cada categoria e uma nota cumulativa, como segue:
<p><strong>Verde</strong></p>
<p>A agência se classifica muito bem no quesito <em>perfeição</em> (possui uma arquitetura corporativa bastante madura). Além disso, está bem classificada nos quesitos <em>uso</em> (a arquitetura corporativa está sendo usada com eficiência para encaminhar a estratégia existente) e <em>resultados</em> (o uso da arquitetura está trazendo valor ao negócio);</p>
<p><strong>Amarelo</strong></p>
<p>A agência se qualifica muito bem no quesito <em>perfeição</em>. Está, ainda, bem posicionada nos quesitos uso ou <em>resultados</em>;</p>
<p><strong>Vermelho</strong></p>
<p>A agência não tem uma arquitetura perfeita e/ou não a usa com eficiência.</li>
</ol>
<p>O framework desperta o interesse além dos limites do setor público.  As classificações das categorias podem ser proveitosamente adaptadas por  muitas empresas para avaliar o nível de maturidade das próprias  iniciativas arquiteturais. A Figura 9, por exemplo, apresenta a minha  interpretação das categorizações de maturidade do OMB relativas à <em>perfeição arquitetural</em>, conforme minha adaptação para o setor privado. Adaptações similares podem ser criadas para uso e <em>resultados arquiteturais</em>.</p>
<p><img title="Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_09(pt-br,MSDN.10).jpg" src="http://i.msdn.microsoft.com/dynimg/IC26123.jpg" alt="Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_09(pt-br,MSDN.10).jpg" width="521" height="425" /></p>
<p><strong>Figura 9. Classificação da perfeição arquitetural do OMB, adaptada para o setor privado pelo autor (Roger Sessions)</strong></p>
<div><a href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb466232.aspx#mainSection"> </a> <a href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb466232.aspx#mainSection">Inicio da pagina</a></div>
<h3 id="XSLTsection133121120120">FEA aplicada à MedAMore</h3>
<p>Agora, depois de ter apresentado a abordagem FEA, vejamos o que isso  pode significar para a MedAMore. Vamos pressupor que Cath (a CEO da  MedAMore) ouviu referências à FEA e como essa metodologia é promissora  para simplificar a organização do governo federal. Se pode fazer tudo  isso pelo governo federal, pensa ela, por certo também poderá ajudar a  sua empresa.</p>
<p>Cath admite um consultor, Fred, especialista em FEA (se é que se pode  dizer isso de uma metodologia que, no momento em que este artigo é  escrito, tem menos de um ano de vida!). O trabalho do Fred é mostrar à  MedAMore como executar a FEA–lógico, não a verdadeira FEA, mas a FEA que  poderia ser aplicada ao setor privado. Cath apresenta Fred ao Bret (o  Vice-presidente comercial) e à Irma (a CIO) e solicita-lhes que  construam para a empresa um sistema MEA-FEA adaptado para a MedAMore.</p>
<p>Lembre-se que a Cath assumiu um grande risco. Nenhuma outra empresa,  até hoje, tentou aplicar a FEA ao setor privado; e mesmo a experiência  de usar a FEA no setor público é simbólica, na melhor das hipóteses.</p>
<p>A primeira coisa que o Fred desejará fazer é despertar o entusiasmo  para o sistema MEA. Lembre-se: ele está entrando numa organização em que  o pessoal do comercial quase não fala com o pessoal da informática.  Para que o sistema MEA faça sucesso, ele não só precisa transformar os  processos, mas as pessoas. O Fred desejará criar uma série de seminários  explicando o valor do sistema MEA a ser definido e como ele trará  benefícios não apenas para a MedAMore como um todo mas, especificamente,  a cada um dos setores da empresa.</p>
<p>A seguir, Fred construirá uma estrutura de governança, o equivalente à  FEAPMO da MedAMore. MEAPMO será minha denominação a este grupo. A  MEAPMO será proprietária do MEA, incluindo processos, modelos e a  própria arquitetura.</p>
<p>O próximo passo do Fred, provavelmente, será criar modelos de  referência que possam ser usados por todas as organizações de toda a  MedAMore. Os cinco modelos de referência da FEA podem ser usados como um  ponto de partida. Alguns, como o modelo de referência técnica, poderá  ser usado com poucas modificações. Já outros, como o modelo de  referência do negócio, exigirão grandes adaptações. Fred não deverá se  ater demasiadamente aos detalhes mas, sim, criar pontos de partida e  construí-los na medida em que o sistema MEA evolui.</p>
<p>A seguir, provavelmente Fred desejará criar uma descrição da  arquitetura de segmentos aplicável à MedAMore. Observe que ele não fará  uma arquitetura de segmentos completa, mas apenas uma descrição de alto  nível. O processo real para concluir a arquitetura será um projeto em  constante evolução.</p>
<p>Neste ponto, muito trabalho terá sido executado, com poucos  resultados. Fred desejará dar um primeiro passo no processo da  arquitetura de segmentos. O processo da FEA será um bom ponto de  partida, mas exigirá especialização da MedAMore em nível de detalhe (por  exemplo, quem são os componentes da equipe e que forma deverão tomar os  artefatos gerados).</p>
<p>Agora, Fred testará o processo com a finalização do primeiro  segmento. Ele precisará formar uma equipe e, depois, liderá-la na  análise e priorização dos segmentos, mapeando-os de acordo com o seu  valor para o negócio, determinando as respectivas opções arquiteturais,  entregando o trabalho e, quem sabe, o mais importante, medindo os  resultados. Essas medições serão críticas na construção do momento para o  trabalho futuro.</p>
<p>Logo após finalizar o primeiro segmento, Fred pode decidir que já é  hora de medir o andamento dos vários grupos da MedAmore que utilizam o  sistema MEA efetivamente. Para tanto, Fred precisa de um parâmetro para  medir o sucesso dos vários grupos da MedAMore que trazem valor ao  negócio com o sistema MEA. Assim, Fred lidera a MEAPMO na construção de  um sistema na MedAMore equivalente ao framework de avaliação da (EA) do  programa de arquitetura corporativa federal [35]. Esse parâmetro pode  ser a principal ferramenta da Cath para garantir que os dois grupos  diferentes consideram o sistema MEA seriamente e que seu investimento  está sendo compensado.</p>
<p>E, por fim, depois de ter concluído este processo, Fred recomeçará.  Cada iteração resultará na entrega de novos segmentos, geração de mais  valor para o negócio e no acréscimo de mais substância à metodologia do  MEA. Bem, no mínimo, esta é a teoria. Como mencionei anteriormente, com o  sistema MEA, estamos trabalhando na vanguarda absoluta.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mundosoa.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mundosoa.wordpress.com/74/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mundosoa.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mundosoa.wordpress.com/74/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mundosoa.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mundosoa.wordpress.com/74/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mundosoa.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mundosoa.wordpress.com/74/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mundosoa.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mundosoa.wordpress.com/74/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mundosoa.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mundosoa.wordpress.com/74/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mundosoa.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mundosoa.wordpress.com/74/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=74&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/17/arquitetura-corporativa-federal-fea-federal-enterprise-architecture/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/45357f85d69a14ff6c842fe6109b10c0?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Sandro Rogério</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://i.msdn.microsoft.com/dynimg/IC12216.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_08(pt-br,MSDN.10).jpg</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://i.msdn.microsoft.com/dynimg/IC26123.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_09(pt-br,MSDN.10).jpg</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Framework arquitetural do Open Group (TOGAF)</title>
		<link>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/16/framework-arquitetural-do-open-group-togaf/</link>
		<comments>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/16/framework-arquitetural-do-open-group-togaf/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 19:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mundosoa.wordpress.com/?p=71</guid>
		<description><![CDATA[Irei apresentar um pouco do Framework TOGAF que eu gosto de dizer &#8220;processo&#8221;, para arquitetura corporativa. O framework arquitetural do Open Group é mais conhecido pelo seu acrônimo: TOGAF. O TOGAF é de propriedade do Open Group [19]. A Figura &#8230; <a href="http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/16/framework-arquitetural-do-open-group-togaf/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=71&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Irei apresentar um pouco do Framework TOGAF que eu gosto de dizer &#8220;processo&#8221;, para arquitetura corporativa.</p>
<p>O framework arquitetural do Open Group é mais conhecido pelo seu  acrônimo: TOGAF. O TOGAF é de propriedade do Open Group [19]. A Figura 5  apresenta a visão do TOGAF de uma arquitetura corporativa.</p>
<p><img title="Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_05(pt-br,MSDN.10).jpg" src="http://i.msdn.microsoft.com/dynimg/IC84817.jpg" alt="Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_05(pt-br,MSDN.10).jpg" /></p>
<p><strong>Figura 5. Arquitetura corporativa do TOGAF</strong></p>
<p>Como apresentado na figura, o TOGAF divide uma arquitetura corporativa em quatro categorias, como segue:</p>
<ol>
<li><strong>Arquitetura de negócio</strong>Descreve os processos que o negócio usa para cumprir suas metas;</li>
<li><strong>Arquitetura de aplicativo</strong>Descreve como aplicativos específicos são programados e como interagem;</li>
<li><strong>Arquitetura de dados</strong>Descreve como os armazenamentos de dados são organizados e acessados;</li>
<li><strong>Arquitetura técnica</strong>Descreve as infra-estruturas de hardware e software que suportam os aplicativos e suas interações.</li>
</ol>
<p>O TOGAF descreve a si próprio como um &#8220;framework&#8221;, mas a parte mais  importante do TOGAF é o método de desenvolvimento da arquitetura, mais  conhecido como ADM. O ADM é uma receita para a criação da arquitetura.  Receitas podem ser categorizadas como processos. Considerando que o ADM é  a parte mais visível do TOGAF, coloquei o TOGAF na categoria geral de <em>processo arquitetural</em>, em lugar de <em>framework arquitetural</em> (como o Open Group descreve o TOGAF) ou de <em>metodologia</em> (como o ADM é descrito).</p>
<p>Considerado como <em>processo arquitetural</em>, o TOGAF complementa a  rede Zachman a qual, recordo, categorizei como taxonomia arquitetural. A  rede Zachman diz como categorizar seus artefatos. O TOGAF oferece um  processo para criá-los.</p>
<p>O TOGAF observa o mundo da arquitetura corporativa como um continuum  de arquiteturas, variando de extremamente genérico para altamente  específico. <em>Continuum</em> corporativo é a denominação dada a esse <em>continuum</em>.  Observa o processo de criação de uma arquitetura corporativa  específica, como o sistema MAM-EA, passando do genérico para o  específico. O ADM do TOGAF oferece um processo para encaminhar este  movimento do genérico para o específico.</p>
<p>O TOGAF denomina as arquiteturas mais genéricas de <em>arquiteturas de fundamento</em>. Estes são princípios arquiteturais que, teoricamente, podem ser usados por qualquer organização de TI do universo.</p>
<p>O TOGAF denomina o próximo nível de especificidade de <em>arquiteturas de sistemas comuns</em>. Estes são princípios que ninguém esperaria ver em muitos, mas, talvez, não todos os tipos de empresas.</p>
<p>O TOGAF denomina o próximo nível de especificidade de <em>arquiteturas setoriais</em>.  Estes são princípios específicos de muitas empresas, parte do mesmo  domínio como, no nosso estudo de caso MedAMore, o de todas as empresas  farmacêuticas.</p>
<p>O TOGAF denomina o nível mais específico de <em>arquiteturas organizacionais</em>. Essas são as arquiteturas específicas de uma determinada empresa, como a MedAMore.</p>
<p>A Figura 6 apresenta a relação entre o continuum corporativo e o método de desenvolvimento da arquitetura (ADM).</p>
<p><img title="Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_06(pt-br,MSDN.10).jpg" src="http://i.msdn.microsoft.com/dynimg/IC56766.jpg" alt="Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_06(pt-br,MSDN.10).jpg" /></p>
<p><strong>Figura 6. O continuum corporativo do TOGAF</strong></p>
<p>O TOGAF define as várias bases de conhecimento que residem na  arquitetura de fundamento. Duas que poderão cruzar o seu caminho são o <em>modelo de referência técnica (TRM) e a base de informações-padrão (SIB)</em>.  O TRM é uma descrição sugerida de uma arquitetura de TI genérica. A SIB  é uma coleção de padrões e pseudopadrões que o Open Group recomenda  considerar na construção de uma arquitetura de TI.</p>
<p>O TOGAF apresenta o TRM e a SIB como sugestões; nenhum deles é  necessário. No meu entender, o TRM e a SIB têm falhas pela mesma razão:  são tendenciosos em favor da <em>portabilidade</em>, em detrimento da <em>interoperabilidade</em> e da autonomia do aplicativo. Considero esta uma visão desatualizada das arquiteturas técnicas.</p>
<p>Para uma organização como a MedAMore, o TOGAF em grande parte  reduz-se ao método de desenvolvimento da arquitetura (ADM). Os  indivíduos da MedAMore ficarão expostos ao continuum corporativo, à SIB e  ao TRM (assim como a alguns outros recursos do TOGAF) e por isso eu os  trouxe para esta discussão. Todavia, a experiência diária de criar uma  arquitetura corporativa será dirigida pelo ADM; a Figura 7 mostra uma  visão de alto nível dessa criação.</p>
<p><img title="Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_07(pt-br,MSDN.10).jpg" src="http://i.msdn.microsoft.com/dynimg/IC36196.jpg" alt="Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_07(pt-br,MSDN.10).jpg" /></p>
<p><strong>Figura 7. O método de desenvolvimento da arquitetura (ADM) do TOGAF</strong></p>
<p>Como ilustrado pela Figura 7, o ADM do TOGAF compreende oito fases  cíclicas após um período de &#8220;partida no motor&#8221;. Eu os acompanharei  através dessas fases, na medida em que poderiam ser aplicadas ao estudo  de caso da MedAMore. Mas, antes de a MedAmore poder iniciar o ADM, ela  precisa ter alguma experiência com o TOGAF. A MedAMore terá duas opções  para obter essa experiência.</p>
<p>Primeiramente, a MedAMore pode aprender sozinha a trabalhar com o  TOGAF. A MedAMore pode fazer o download da documentação [20], que  descreve tudo sobre o TOGAF, inclusive o ADM, detalhadamente. Pode  comprar livros sobre o TOGAF [21]. Provavelmente há mais informações  gratuitas e acessíveis sobre o TOGAF do que sobre todas as outras  metodologias arquiteturais juntas.</p>
<p>Segundo, a MedAMore pode contratar consultoria em TOGAF. Existem  consultores especializados em TOGAF, certificados pelo Open Group [22].  Como a MedAMore deseja minimizar quaisquer oportunidades de falha,  escolheu chamar um consultor em TOGAF. A MedAMore contratou Teri, uma  arquiteta certificada pelo Open Group em TOGAF. Lembre-se: os outros  participantes da MedAMore são Cath, a CEO da MedAMore; Bret, o  Vice-presidente comercial e Irma, a CIO.</p>
<p>Nesta fase preliminar, Teri participa de reuniões com os principais  participantes da MedAMore para apresentar o processo do TOGAF. Suas três  metas nesta fase preliminar são:</p>
<ol>
<li>Garantir que todos estejam satisfeitos com o processo;</li>
<li>Modificar o processo do TOGAF, conforme necessário, para adaptá-lo à cultura da MedAMore;</li>
<li>Definir o sistema de governança que supervisionará o futuro trabalho arquitetural na MedAMore.</li>
</ol>
<p>Teri trabalhará em estreita colaboração com Bret para compreender a  filosofia do negócio, seus modelos e os motivadores estratégicos da  MedAMore. Ela também trabalhará em estreita colaboração com Irma para  definir os princípios arquiteturais que orientam as arquiteturas  tecnológicas da MedAMore e documentará esses princípios utilizando o  formato recomendado pelo TOGAF.</p>
<p>Em algumas organizações, obter a adesão sobre a necessidade de uma  arquitetura corporativa pode ser muito difícil. Esse fato é  especialmente verdadeiro quando a iniciativa parte da organização de TI e  ainda mais quando existe um histórico de discórdia entre as áreas  comercial e técnica da organização. A MedAMore possui um histórico de  animosidade. Entretanto, existe outro agravante para o qual Teri precisa  considerar seriamente: a iniciativa não partiu da área de TI, mas da  CEO Cath. Este fato dá grande visibilidade ao projeto e cria um  incentivo positivo para a cooperação de todas as áreas.</p>
<p>Assim que Teri e a MedAMore concluírem a fase preliminar, estarão  prontas para iniciar a Fase A que, pelo menos em teoria, começa com um  Pedido de trabalho de arquitetura emitido por um dos departamentos da  MedAMore. Este documento inclui os motivos do negócio para o pedido,  informações sobre orçamento e pessoal e quaisquer limites a serem  considerados. Como a MedAMore nunca emitiu um Pedido de <em>trabalho de arquitetura</em>, provavelmente a Teri precisará trabalhar com o departamento responsável para criar esse pedido.</p>
<p>Assim que o Pedido de trabalho de arquitetura (ou documento  equivalente) for recebido, Teri (consultora TOGAF) dará início à Fase A  do projeto MedAMore. Nessa fase, Teri tomará providências para que o  projeto tenha o suporte necessário da MedAMore, definirá o escopo do  projeto, identificará restrições, documentará as exigências do negócio e  estabelecerá definições de alto nível para as arquiteturas básica  (início) e final (desejada).</p>
<p>Estas definições, básica e final, incluirão definições de alto nível  nas quatro subarquiteturas de EA apresentadas na Figura 5, ou seja,  arquiteturas de negócio, tecnologia, dados e aplicativo.</p>
<p>O auge da Fase A ocorrerá com uma Exposição do trabalho de  arquitetura, que deverá ser aprovada pelos vários participantes, antes  do início da próxima fase do ADM. O resultado dessa fase é a criação de  uma visão arquitetural da primeira passagem pelo ciclo ADM. A Teri  orientará a MedAMore a escolher o projeto, validá-lo de acordo com os  princípios de arquitetura estabelecidos na fase preliminar e garantir  que os participantes adequados e seus problemas tenham sido  identificados e considerados.</p>
<p>A visão arquitetural criada na Fase A será a principal informação da  Fase B. A Teri tem como meta da Fase B criar arquiteturas detalhadas do  negócio, básica e final, e executar uma análise completa das lacunas  existentes entre elas. Para tanto, ela trabalhará, basicamente, com o  Bret (ou com a equipe dele).</p>
<p>A Fase B é bastante complexa: envolve modelagem e análise altamente  detalhada do negócio, além de documentação das exigências técnicas. Uma  Fase B bem-sucedida exige informações de muitos participantes. Os  resultados mais importantes serão uma descrição detalhada dos objetivos  do negócio, básico e final, assim como as descrições das lacunas  existentes na arquitetura do negócio.</p>
<p>A Fase C faz para a arquitetura dos sistemas de informação o que a  Fase B faz para a arquitetura do negócio. Nesta fase, Teri trabalha  principalmente com Irma (ou com a equipe dela). O TOGAF define nove  etapas específicas, cada uma delas com várias subetapas:</p>
<ol>
<li>Criar a descrição da arquitetura básica de dados;</li>
<li>Analisar e validar princípios, modelos de referência, pontos de vista e ferramentas;</li>
<li>Produzir modelos de arquitetura, inclusive modelos de dados lógicos,  de processos de gerenciamento de dados e de relacionamento que mapeiam  as funções do negócio para operações de dados CRUD (Criar, Ler,  Atualizar, Excluir);</li>
<li>Selecionar blocos de construção da arquitetura de dados;</li>
<li>Realizar revisões formais do ponto de controle do modelo de arquitetura e dos blocos de construção com os participantes;</li>
<li>Revisar os critérios qualitativos (por exemplo, desempenho, confiabilidade, segurança, integridade);</li>
<li>Completar a arquitetura de dados;</li>
<li>Realizar análise de ponto de controle/impacto;</li>
<li>Executar análise de lacunas.</li>
</ol>
<p>O resultado mais importante desta fase serão as informações finais e a arquitetura de aplicativos.</p>
<p>A Fase D completa a arquitetura técnica: a infra-estrutura necessária  para dar suporte à nova arquitetura proposta. A conclusão desta fase é  realizada principalmente com a participação da equipe técnica da Irma.</p>
<p>A Fase E avalia as várias possibilidades de implementação, identifica  os principais projetos de implementação que poderiam ser assumidos e  avalia a oportunidade para o negócio associada a cada uma delas. O  padrão TOGAF recomenda que o primeiro passo da Teri na Fase E seja &#8220;dar  enfoque aos projetos que produzirão benefícios a curto prazo e, assim,  criar uma força propulsora para dar andamento a projetos de prazo mais  longo&#8221;.</p>
<p>Essa é uma boa recomendação para qualquer metodologia arquitetural.  Assim sendo, Teri deverá procurar projetos que possam ser realizados da  forma mais econômica possível e que, ao mesmo tempo, produzam o mais  alto valor observado. Um bom lugar para se começar a procurar tais  projetos são os problemas organizacionais que inicialmente convenceram  Cath (a CEO da MedAMore) a adotar uma estratégia baseada na arquitetura  corporativa. Esses problemas, anteriormente descritos, incluíam  dificuldades para satisfazer as especializações regional e de depósito e  a falta de confiabilidade para compartilhar dados.</p>
<p>A Fase F relaciona-se muito com a Fase E. Nesta fase, Teri trabalha  com a equipe de governança da MedAMore para priorizar os projetos  identificados na Fase E que incluem não apenas o custo e os benefícios  (identificados na Fase E), mas também os fatores de risco.</p>
<p>Na Fase G, com base na lista de projetos ordenada por prioridade,  Teri cria especificações arquiteturais para os projetos de  implementação. Essas especificações incluirão os critérios de aceite e a  listagem de riscos e problemas.</p>
<p>A fase final é a H. Nessa fase, Teri modifica o processo arquitetural  de gerenciamento da mudança com quaisquer artefatos novos criados nesta  última iteração e com novas informações que forem disponibilizadas.</p>
<p>Assim, Teri está pronta para reiniciar o ciclo. Uma das metas do  primeiro ciclo deveria ser a transferência de informações para que os  serviços da Teri fossem cada vez menos necessários à medida que mais e  mais iterações do ciclo sejam concluídas.</p>
<p>Grande parte dos resultados do processo TOGAF será determinada  igualmente pela relação Teri/MedAMore quanto pela própria especificação  do TOGAF. O TOGAF tem como propósito ser extremamente adaptável e os  detalhes para os vários artefatos arquiteturais são poucos. Um livro  sobre o TOGAF afirma:</p>
<p><em>O TOGAF não é totalmente específico com relação aos documentos  gerados; na verdade, oferece muito pouco na forma de modelos de  documentos prescritivos: são meras orientações das entradas e saídas  possíveis. [23]</em></p>
<p>A especificação do TOGAF é também flexível com relação às fases. Conforme expresso na própria especificação:</p>
<p><em>Uma das tarefas anteriores à aplicação do ADM é a revisão de seus  componentes quando à aplicabilidade e, então, adaptá-los conforme  adequado às circunstâncias da empresa específica. Esta atividade pode  muito bem produzir um ADM &#8220;específico da empresa&#8221;. [24]</em></p>
<p>O TOGAF permite que as fases sejam realizadas de modo incompleto,  ignoradas, combinadas, reordenadas ou remoduladas para se adaptarem às  necessidades da situação. Assim, nada haveria de surpreendente se dois  consultores, ambos com certificado TOGAF, acabassem utilizando dois  processos muito diferentes, ainda que estivessem trabalhando com a mesma  organização.</p>
<p>O TOGAF é ainda mais flexível sobre a arquitetura real gerada. De  modo surpreendente, o TOGAF na verdade não é partidário de nenhuma  arquitetura. A arquitetura final pode ser boa, ruim ou inócua. O TOGAF  apenas descreve como gerar uma arquitetura corporativa, não  necessariamente como gerar uma boa arquitetura corporativa. Por isso,  depende-se da experiência da equipe e/ou do consultor TOGAF. As pessoas  que adotam o TOGAF na esperança de conseguir uma solução mágica ficarão  muito desapontadas (assim como com qualquer das metodologias).</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mundosoa.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mundosoa.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mundosoa.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mundosoa.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mundosoa.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mundosoa.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mundosoa.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mundosoa.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mundosoa.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mundosoa.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mundosoa.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mundosoa.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mundosoa.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mundosoa.wordpress.com/71/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=71&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/16/framework-arquitetural-do-open-group-togaf/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/45357f85d69a14ff6c842fe6109b10c0?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Sandro Rogério</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://i.msdn.microsoft.com/dynimg/IC84817.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_05(pt-br,MSDN.10).jpg</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://i.msdn.microsoft.com/dynimg/IC56766.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_06(pt-br,MSDN.10).jpg</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://i.msdn.microsoft.com/dynimg/IC36196.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Bb466232.1_Comparison_Top_Four_Enterprise_ArchMetod_PT_Final_07(pt-br,MSDN.10).jpg</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>SCA &#8211; Service Component Architecture</title>
		<link>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/sca-service-component-architecture/</link>
		<comments>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/sca-service-component-architecture/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 15:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mundosoa.wordpress.com/?p=66</guid>
		<description><![CDATA[Em resposta às solicitações dos clientes e Independent Software Vendor (ISV) parceiros, BEA, Cape Clear, IBM, Interface21, IONA, Oracle, Primeton Technologies, Progress Software, Red Hat., Rogue Wave, SAP, Siemens, a Software AG, Sun, Sybase e TIBCO estão colaborando em especificações &#8230; <a href="http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/sca-service-component-architecture/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=66&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta  às solicitações dos clientes e Independent Software Vendor (ISV)  parceiros, BEA, Cape Clear, IBM, Interface21, IONA, Oracle, Primeton  Technologies, Progress Software, Red Hat., Rogue Wave, SAP, Siemens, a  Software AG, Sun, Sybase e TIBCO estão colaborando em especificações  para construção de sistemas que usam uma Arquitetura Orientada a  Serviços (SOA), cujo objectivo é fornecer aos desenvolvedores mais  simples e mais poderosas formas de construir aplicações baseadas em SOA. These specifications are published under royalty-free terms. Estas especificações são publicados sob os termos royalty-free. You can <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.ibm.com/developerworks/webservices/library/specification/ws-scasdosumm/&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;usg=ALkJrhggVKRgEPfzbUBi16lRcj9Hg8J2_A">learn more about how these specifications work together</a> . Você pode <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.ibm.com/developerworks/webservices/library/specification/ws-scasdosumm/&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;usg=ALkJrhggVKRgEPfzbUBi16lRcj9Hg8J2_A">saber mais sobre como essas especificações trabalhar juntos</a> .</p>
<p><a name="N10073">Service Component Architecture: Build systems using SOA</a> <a name="N10073">Service Component Architecture: Construir sistemas utilizando SOA</a></p>
<p>Service  Component Architecture (SCA) is a set of specifications which describe a  model for building applications and systems using a Service-Oriented  Architecture. Service Component Architecture (SCA) é um conjunto  de especificações que descrevem um modelo para a criação de aplicativos e  sistemas usando uma Arquitetura Orientada a Serviços. SCA extends and complements prior approaches to implementing services, and SCA builds on open standards such as Web services.  SCA amplia e complementa as abordagens anteriores à execução dos  serviços, e SCA desenvolve em padrões abertos, tais como serviços web.</p>
<p>SCA  encourages an SOA organization of business application code based on  components that implement business logic, which offer their capabilities  through service-oriented interfaces and which consume functions offered  by other components through service-oriented interfaces, called service  references. SCA incentiva uma organização de SOA do código do  aplicativo de negócios baseado em componentes que implementam a lógica  de negócios, que oferecem as suas capacidades através de interfaces  orientadas a serviço e que consomem funções oferecidas por outros  componentes através de interfaces orientadas a serviços, referências de  serviço chamado. SCA divides up the steps in building a service-oriented application into two major parts: SCA divide os passos na construção de uma aplicação orientada a serviços em duas partes principais:</p>
<ul>
<li> The <strong>implementation</strong> of servicecomponents which provide services and consume other services. A <strong>implementação</strong> de servicecomponents que prestam serviços e consumir outros serviços.</li>
<li> The <strong>assembly</strong> of sets of components to build business applications, through the <strong>wiring</strong> of service references to services. A <strong>montagem</strong> de conjuntos de componentes para criar aplicativos de negócios, através da <strong>fiação</strong> de referências de serviço para os serviços.</li>
</ul>
<p>SCA  emphasizes the decoupling of service implementation and of service  assembly from the details of  infrastructure capabilities and from the  details of the access methods used to invoke services. SCA  enfatiza a dissociação da execução do serviço e do conjunto de serviços a  partir de detalhes de recursos de infra-estrutura e dos detalhes dos  métodos de acesso utilizado para invocar serviços. SCA components operate at a business level and use a minimum of middleware APIs. componentes SCA operar a nível empresarial e usar um mínimo de APIs de middleware.<br />
<strong><a name="fig1"></a></strong><strong><a name="fig1">Figura 1.</a></strong> <strong><a name="fig1">Service Component Architecture</a></strong><br />
<img src="http://www.ibm.com/developerworks/library/specification/ws-sca/figure1.gif" alt="Service Component Architecture" width="558" height="322" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SCA suporta implementações de serviço escrito  usando qualquer uma das muitas linguagens de programação, ambos  incluindo convencional linguagens orientadas a objeto e processuais,  tais como Java ™, PHP, C + +, COBOL, linguagens XML centrado em como o  BPEL e XSLT, e também de linguagens declarativas, como o SQL e XQuery. SCA também suporta uma variedade de estilos de  programação, incluindo estilos assíncrono e orientado a mensagem, para  além da chamada síncrona de estilo e volta.</p>
<p>SCA suporta ligações para uma ampla gama de mecanismos de acesso utilizado para invocar serviços. Estes incluem serviços Web, sistemas de mensagens e CORBA IIOP. Vinculações são tratadas de forma declarativa e são independentes do código de implementação. recursos de infra-estrutura, tais como  segurança, transações e à utilização de Reliable Messaging também são  tratadas de forma declarativa e são separadas do código de  implementação. SCA define o uso de  recursos de infra-estrutura através da utilização de políticas que  visam simplificar o mecanismo pelo qual os recursos são aplicados em  sistemas de negócios.</p>
<p>SCA promove igualmente a  utilização de serviço de dados de objetos para representar os dados de  negócio que formas os parâmetros e retornar valores de serviços,  proporcionando um acesso uniforme aos dados de negócios para  complementar o acesso uniforme aos serviços de negócios oferecidos pela  SCA, em si.</p>
<p>A especificação SCA é dividido em uma série de documentos, cada um tratando de um aspecto diferente da SCA. The Assembly Model deals with the linking of components through wiring. A Assembléia modelo trata da vinculação de componentes através de fiação. The Assembly Model is independent of implementation language. O Modelo de Assembléia é independente da linguagem de implementação. O cliente e trata especificação de  implementação com a implementação de serviços e de clientes de serviço &#8211;  cada um tem a sua linguagem de implementação próprio cliente e  especificação de implementação, que descreve o modelo SCA para esse  idioma.</p>
<p>As atuais especificações SCA são publicados em um nível de versão 0,95,  indicando que as especificações não estão em sua forma final. As especificações são publicados com a intenção de  obter feedback da comunidade, a fim de assegurar que o eventual nível de  versão 1.0 das especificações mais satisfaz plenamente as necessidades  dos desenvolvedores e empresas.</p>
<p><strong><a name="N10126">Open Source runtimes SCA e ferramentas</a></strong></p>
<ul>
<li> Há um projeto de código aberto que fornece uma  implementação de tempo de execução Service Component Architecture, que  você pode usar para executar aplicativos SCA. Este projeto é chamado de Toscana, atualmente sob incubação a Apache. See the <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://incubator.apache.org/tuscany/&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;usg=ALkJrhi_q0Ffcj06UrAqQOuKz8v7RVFLHg">Tuscany Web site at Apache</a> . Consulte o <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://incubator.apache.org/tuscany/&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;usg=ALkJrhi_q0Ffcj06UrAqQOuKz8v7RVFLHg">site da Toscana no Apache</a> .</li>
</ul>
<ul>
<li>Há também um projeto de código aberto Eclipse que visa  fornecer as ferramentas para permitir aos desenvolvedores construir  soluções usando uma arquitetura orientada a serviços, que usa o Service  Component Architecture como seu modelo principal. Este é o Eclipse Tools projeto SOA Platform. See the <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.eclipse.org/stp/&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;usg=ALkJrhhmcnTQfuY-YXVoSwVpHrbc--tjUQ">SOA Tools Platform (STP) Project Web site</a> . Veja o <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.eclipse.org/stp/&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;usg=ALkJrhhmcnTQfuY-YXVoSwVpHrbc--tjUQ">SOA Tools Platform (STP) Project Web site</a> .</li>
</ul>
<p><a name="N1013C"></a><a name="N1013C">Sobre a colaboração Open SOA</a></p>
<ul>
<li> As especificações de SCA e  SDO estão actualmente a ser desenvolvido por uma colaboração de  empresas de todo o setor, antes da eventual apresentação de um organismo  de normalização formal. Para saber mais sobre o SOA Open Collaboration, visite a <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.osoa.org/&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;usg=ALkJrhjR10nJwxEwkAj3yFDEFmIVcdQ6PQ">página inicial do site OSOA</a> .</li>
</ul>
<ul>
<li>Se você quiser um maior envolvimento com a evolução das especificações, você pode se juntar ao grupo de apoiantes OSOA. Saiba mais sobre os <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.osoa.org/display/Main/OSOA%2BSupporters%2BHome&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;usg=ALkJrhgi4rjtSskZRTxAPHsx1oXjso0AKg">Defensores OSOA</a> .</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mundosoa.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mundosoa.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mundosoa.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mundosoa.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mundosoa.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mundosoa.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mundosoa.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mundosoa.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mundosoa.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mundosoa.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mundosoa.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mundosoa.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mundosoa.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mundosoa.wordpress.com/66/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=66&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/sca-service-component-architecture/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/45357f85d69a14ff6c842fe6109b10c0?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Sandro Rogério</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.ibm.com/developerworks/library/specification/ws-sca/figure1.gif" medium="image">
			<media:title type="html">Service Component Architecture</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O que é a ferramenta Sonar?</title>
		<link>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/o-que-e-a-ferramenta-sonar/</link>
		<comments>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/o-que-e-a-ferramenta-sonar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 15:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mundosoa.wordpress.com/?p=64</guid>
		<description><![CDATA[Bom pessoal neste Post apresento, uma solução bem interessante para gerenciamento de qualidade de codigo e projetos java. O Sonar captura várias métricas para seu código base e as mostra em gráficos e em outras visualizações. Os criadores do Sonar &#8230; <a href="http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/o-que-e-a-ferramenta-sonar/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=64&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom pessoal neste Post apresento, uma solução bem interessante para gerenciamento de qualidade de codigo e projetos java.</p>
<p>O Sonar captura várias métricas para seu código base e as mostra em  gráficos e em outras visualizações. Os criadores do Sonar o executaram  em vários projetos de software livre (acessíveis via instância em  execução do Sonar em http://nemo.sonarsource.org/), incluindo o Struts. A  figura 3 mostra os resultados do Sonar para o Struts:</p>
<p><a name="figure3"><strong>Figura 3. Sonar mostrando detalhes sobre o Struts</strong></a><br />
<img src="http://www.ibm.com/developerworks/br/library/j-eaed17/figure3.jpg" alt="" width="505" height="358" /></p>
<p>O Sonar mostra a saída de ferramentas de qualidade comum no espaço Java, incluindo o CheckStyle (consulte <a href="http://www.ibm.com/developerworks/br/library/j-eaed17/index.html#resources"> Recursos </a>),  cobertura de códigos e uma ferramenta de sua própria métrica,  Calculadora de Dívida Técnica (mostrada no lado direito). Essa fórmula  usa um grupo de números derivados de métricas executadas no código do  projeto.</p>
<p>O Sonar parece produzir números incrivelmente elevados prontos para  serem aplicados. Por exemplo, ele sugere que seriam necessários 572  homens/hora e $ 280.000 para que o Struts liquidasse a dívida, a qual,  na minha opinião, está altamente inflacionada. Você certamente deverá  ajustar esses números para seu projeto antes de levá-los ao seu gerente.  Se você produzir um relatório informando que serão necessários $ 1,2  milhão para obter seu código sem que ele cause problemas, seu gerente  saltará pela janela. Ajuste os números para suportar seu caso no qual é  necessário incluir alguns recursos de tempo integral na liquidação do  débito.</p>
<p>O Sonar também possui outras visualizações interessantes. Considere o gráfico &#8220;Máquina do Tempo&#8221; mostrada na Figura 4:</p>
<p><a name="figure4"><strong>Figura 4. Gráfico Máquina do Tempo do Sonar para Struts</strong></a><br />
<img src="http://www.ibm.com/developerworks/br/library/j-eaed17/figure4.jpg" alt="" width="529" height="196" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este gráfico mostra três métricas no decorrer do tempo: cobertura de  código, complexidade ciclomática e complexidade ciclomática por método.  Como você pode ver no gráfico, algo terrível aconteceu ao Struts próximo  a 1 de setembro de 2009. Ele aparentemente incluiu outra estrutura que  tinha métricas terríveis, que agora são refletidas no código base do  Struts. Compare isso com as mesmas visualizações, mas para o Spring  Batch, mostrado na figura 5:<br />
<a name="figure5"><strong>Figura 5. Gráfico de Máquina do Tempo para Spring Ba</strong></a><img src="http://www.ibm.com/developerworks/br/library/j-eaed17/figure5.jpg" alt="" width="529" height="196" /> O gráfico na <a href="http://www.ibm.com/developerworks/br/library/j-eaed17/index.html#figure5">Figura 5</a> mostra mais do que você gostaria de ver: cobertura relativamente  constante, complexidade constante por método e complexidade geral de  crescimento lento quando o software suporta recursos adicionais.</p>
<p>Um dos motivos da metáfora de dívida técnica funcionar tão bem está na  similaridade do dinheiro para a dívida monetária com o tempo nos  projetos de software. Quando você tem uma dívida e recebe mais dinheiro,  parte desse dinheiro deve ser para pagamento de juros da dívida. Nos  projetos de software, você lida com o tempo em vez do dinheiro. Quando  você tem um novo intervalo de tempo para incluir novos recursos, tem que  pagar parte desse tempo com tempo extra que é gasto no engajamento de  todos os compromissos de design (e outros). Vale a pena desenvolver o  caso para empregar esforço em tempo integral na redução da dívida,  porque isso permite que todos trabalhem rápido uma vez que ela tenha  sido liquidada. A liquidação da dívida técnica permite que a velocidade  de toda equipe aumente.</p>
<p><strong><a name="N101EE">Conclusão</a></strong></p>
<p>Neste artigo, comecei abordando os fatores não técnicos que possuem um  impacto no design emergente. Discuti como fazer uma estimativa do  desconhecido e como ilustrar a dívida técnica. No próximo artigo  continuarei neste mesmo caminho de preocupações externas em torno do  design emergente, inclusive refatorando e isolando mudanças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mundosoa.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mundosoa.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mundosoa.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mundosoa.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mundosoa.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mundosoa.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mundosoa.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mundosoa.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mundosoa.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mundosoa.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mundosoa.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mundosoa.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mundosoa.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mundosoa.wordpress.com/64/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=64&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/o-que-e-a-ferramenta-sonar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/45357f85d69a14ff6c842fe6109b10c0?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Sandro Rogério</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.ibm.com/developerworks/br/library/j-eaed17/figure3.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://www.ibm.com/developerworks/br/library/j-eaed17/figure4.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://www.ibm.com/developerworks/br/library/j-eaed17/figure5.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Usando ITIL V3 como fundação para a governaça SOA</title>
		<link>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/usando-itil-v3-como-fundacao-para-a-governaca-soa/</link>
		<comments>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/usando-itil-v3-como-fundacao-para-a-governaca-soa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 15:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[ITIL]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mundosoa.wordpress.com/?p=62</guid>
		<description><![CDATA[Um dos pontos mais pungente criado em 2008 e 2009, relativo a Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) é que o sucesso está fortemente baseada na criação de uma estratégia de governança sólidos. Enquanto o sucesso de SOA pode ser alcançada &#8230; <a href="http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/usando-itil-v3-como-fundacao-para-a-governaca-soa/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=62&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos pontos mais pungente criado em 2008 e 2009, relativo a Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) é que o sucesso está fortemente baseada na criação de uma estratégia de governança sólidos. Enquanto o sucesso de SOA pode ser alcançada sem a implementação de uma estratégia de governança, a probabilidade é reduzida devido à possibilidade de errar o alvo principal, que é o desenvolvimento de uma abordagem única para a entrega de um serviço. Por conseguinte, o IT Service Management Fórum IT Infrastructure Library (ITIL), define um quadro de orientações de melhores práticas para IT Service Management, que é um quadro para a governança de TI, ea versão 3 do seu quadro, enquanto desenvolvidos especificamente para ela, pode ser utilizado como uma estratégia de governança de SOA em geral.</p>
<p><strong>Related Content Vendedor</strong><br />
Dispositivo de Segurança Showdown Intel Expressway IBM DataPower vs<br />
JBoss versus IBM WebSphere: custo, desempenho, eficiência, inovação WINS (IBM)<br />
eBook &#8211; Smart SOA Application Foundation<br />
Guia do Comprador Gunnar Peterson Gateway Security<br />
Tomando o controle do Cloud: segurança da informação, visibilidade e Governança</p>
<p><strong>Relacionados patrocinador</strong><br />
Guia do Comprador * Gateway Security * Tutoriais Gunnar Peterson Tech Dynamicperimeter.com Visita * Recursos de Segurança da Intel para Arquitetos<br />
Aqueles familiarizados com ITIL V2 apenas frequentemente zombam o pensamento de que a ITIL pode servir como uma estrutura de governança de SOA. Com base na sua perspectiva, seria correto desde V2 estão mais focadas em processos operacionais, em vez de ciclo de vida do serviço. Com o ITIL V3, o foco do quadro deslocado em direção ao que só pode ser descrita com precisão como orientação a serviços. Os cinco livros centrais do ITIL V3 são apropriadamente chamado: Service Strategy, Service Design, Service Transition, Service Operation e Melhoria de Serviço Continuada; compreensão ITIL ilustrando o ciclo de vida de service-oriented.</p>
<p><strong>O papel da governança em SOA</strong><br />
Como  não há recursos, única e definitiva sobre SOA, a SOA termo foi  confiscado para representar os interesses e agendas de muitos, esse é o  problema das normas de jure. Dito isto, não há  literatura suficiente sobre o tema que, quando analisados  estatisticamente ilustra duas particulares inclinações fortes para SOA:  negócio / alinhamento de TI e desenvolvimento de sistemas de software. Em ambos os casos, as mesmas metas de baixo acoplamento, consolidação e compartilhamento são evidentes. Tendo  em conta estes são atributos adequados a procura, e eles não parecem  melhorar a prestação de serviços e agilidade geral, quando aplicada, em  seguida, fornece governança de processos, políticas, funções e  ferramentas necessárias para garantir que todos os esforços na  realização destes atributos.<br />
A governança não  irá magicamente proporcionar o sucesso, é apenas um quadro que fornece  respostas para as perguntas que mais facilmente estrangulamento ou  descarrilar os esforços de SOA. Governança &#8220;prestação de contas e orientar o esforço de tomada de decisão em torno de construção e prestação de serviços. Por  exemplo, o processo de governança pode ser autorizado a decidir se a  empresa vai investir em um determinado tipo de serviço e se esse serviço  atende a uma necessidade legítima ou oportunidade. Além  disso, o processo de governança pode incluir indivíduos de diferentes  aspectos do negócio, de modo a proporcionar uma abertura ampla sobre os  aspectos positivos e negativos do desenvolvimento de um determinado tipo  de serviço.<br />
Curiosamente, quando se trata de  oferta de serviços, muitas empresas estão muito sofisticado quando esse  serviço é necessário o envolvimento inter-departamental. Por exemplo, as seguradoras investem pesadamente em examinar se eles vão oferecer um serviço seguro de novo. Suas decisões começar com os exames de mercado, análises de clientes antes e cenários retorno e potencial de lucro. Esta  pesquisa é alimentada então em um grupo em conjunto representado que  irá fornecer feedback sobre o novo serviço a partir da perspectiva do  serviço ao cliente, contabilidade, gestão financeira e tecnologia. Finalmente, o grupo fará uma recomendação ao executivo operacional com poderes para tomar a decisão final sobre o novo serviço.<br />
No  entanto, as decisões que são considerados intra-departamentais são  muitas vezes feitas por um grupo seleto, com alcance limitado,  geralmente os executivos do departamento, mesmo que esta decisão afetará  os esforços e recursos de outros departamentos. Ou  seja, onde um departamento possui a oferta de serviço completo, tais  como TI, é menos provável que a tomada de decisões irá chegar a outros  departamentos para ver se um determinado serviço faz sentido para o  negócio como um todo, como é o caso da oferta um serviço aos consumidores do negócio. Quando  isso ocorre em SOA, você acaba com um foco mais restrito, serviço de  orientação, que não pode satisfazer as necessidades do negócio conforme o  esperado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ITIL V3 suporte para SOA</strong><br />
Primeiro,  e acima de tudo, ITIL foca na entrega de TI como um serviço, o que  realmente captura a essência da SOA que é muitas vezes perdido,  incompreendido ou simplesmente ignorados. Ou  seja, em contraste com aqueles que vêem a SOA como meio de distribuição  de sistemas de software, o foco do ITIL é no próprio serviço. Na ITIL, o serviço inclui o software, infra-estrutura, help desk, gestão de ativos, e muito mais. Assim,  esta pode ser a melhor representação de uma estrutura de governança,  simplesmente porque se centra na prestação de serviços a partir de uma  perspectiva puramente centrado no serviço e não uma perspectiva  tecnológica.<br />
No coração do ITIL V3 é o conceito de estratégia de serviço, que se concentra na criação de valor. Grande  parte da literatura sobre reverências à abordagem SOA  meet-in-the-middle &#8220;para a SOA, de modo a não ofender a nenhum público  específico. A abordagem meet-in-the-middle olha para projeto de um serviço, concentrando-se em ambos os bottom-up e top-down. No  entanto, tanto de baixo para cima é tão ineficiente e falta de  compreensão da qualidade do negócio que incorporando esse conhecimento  para o todo é na verdade um desserviço para a criação de um novo  serviço. foco do ITIL na criação de valor  significa que o primeiro passo na prestação de serviços é a partir de  um ponto de vista estratégico, sem limitações colocadas sobre o  resultado de tentativas passadas de prestação deste serviço.<br />
ITIL  V3 também enfoca o projeto de serviço, que usa o conceito de pacote de  design de serviço para encapsular todas as exigências, os endereços das  dependências e implementação, arquitetura, processos, medidas e  métricas. Este conceito é uma ótima maneira de  pensar sobre a organização de todos os artefatos produzidos como parte  de uma iniciativa SOA. Incluído no  projeto do serviço é o conceito de gestão de portfólio de serviços e  gestão de catálogo de serviços, que tanto bem alinhar com os objetivos  de serviços SOA registro de inventário de serviços, gerenciamento de  mudanças e de autorização.<br />
Finalmente, a  transição de serviço, operação de serviço e foco a melhoria dos serviços  nos processos de prestar um serviço para o mercado, garantir o seu  desempenho operacional e continuamente ajustar esse serviço para  entregar de forma otimizada. Aqueles que  vêem a SOA através de uma lente tecnológica vai perder as nuances  abrangidos por estas práticas, uma vez que está fora do escopo dos  esforços do grupo de engenharia de software. A  única maneira que um serviço possa ser adequadamente gerida após a  implantação é o de permitir a comunicação com os consumidores do serviço  e para monitorar seu uso. Mais uma vez,  esta é mais uma evidência de que SOA é um esforço estratégico que requer  os esforços de muitos dentro da empresa e não deve ser celebrado com  ligeireza. Este ponto será abordado mais detalhadamente na seção seguinte sobre Big SOA SOA e Little.<br />
Além  disso, os desenvolvedores muitas vezes assumem que a instrumentação e  medição pode ser realizada após o fato e que o próprio serviço não  precisa incorporar suporte para essas atividades. Essa  miopia é uma das razões que aquelas focadas em SOA para a construção de  serviços de software necessidade de empregar o modelo ITIL V3 para  garantir que os serviços desenvolvidos não incorrer em sanções de ter um  viés de engenharia de software.<br />
ITIL V3 não se concentra em como construir um serviço, que também é importante. No  que respeita ao fornecimento de serviços de TI, há subseqüentes, as  normas mais detalhadas que entram em jogo, como TOGAF, ISO / IEC 20000,  CMMI, COBIT e Six Sigma. No entanto, o ciclo de vida do próprio serviço é orientado pela V3, que é exatamente o que queremos para</p>
<p>SOA um único acordado quadro que define SOA e guias de todo o ciclo do serviço do berço ao túmulo.</p>
<p><strong>Big SOA SOA, Little &amp; Governança SOA</strong><br />
Uma discussão sobre governança SOA não seria completa sem abordar a SOA Big, Little debate SOA. Há alguns que acreditam que SOA pode ser abordado de uma forma tática de TI centralizada, ou que tem sido chamado &#8220;Little SOA&#8221; e ter chamado um foco da empresa em SOA como &#8220;Big SOA&#8221;. Acredito que a aplicação do ITIL V3 para o problema de governança SOA resolve este debate uma vez por todas, só há uma SOA. Mesmo que uma organização decidiu que a arquitetura de TI centralizada, o ITIL V3 ilustra que o fornecimento de TI como um serviço requer ainda diligência incrível e disciplina para garantir que os consumidores do serviço estão a ser devidamente atendido e que o serviço atenda às suas necessidades. Embora talvez numa escala menor do que toda a empresa, ele ainda exige que a empresa implementar e acompanhar o modelo de prática integral para garantir o sucesso.<br />
SOA em qualquer escala menor é apenas focando no desenvolvimento de aplicações e utilização de SOA como uma maneira alternativa de dizer a arquitetura de software do componente. Em última análise, isso não é SOA, uma vez que não incide sobre o ciclo de vida do serviço, mas em uma maneira de definir as interfaces entre os componentes de software para permitir modularidade. Modularidade e SOA não são sinônimos e os resultados desta e de SOA orientado pela ITIL V3 governança são animais muito diferentes.</p>
<p><strong>Conclusão</strong><br />
Há muita atenção a ser pago e dinheiro sendo gasto em soluções de governança de SOA. Em muitos destes casos, as empresas estão tentando descobrir para si o melhor método para regular o seu SOA alguma da confusão ainda, decorrentes da confusão em torno de SOA em si. ITIL V3 oferece uma abordagem abrangente que regem a criação, concepção, desenvolvimento, implantação, operação de gestão de mudança, e eventual termo de um serviço.<br />
<strong>Sobre o Autor</strong><br />
JP Morgenthal trabalha como arquiteto principal Sr. QinetiQ com a Missão da América do Norte Systems Group da empresa e fornecendo orientação arquitetura SOA para as agências federais civis e um analista independente para jpmorgenthal.com. Antes de ingressar na QinetiQ NA, JP fundada Avorcor onde desenvolveu um retalho Enterprise SOA baseado PaaS / fabricação que tenha sido a fundação de três soluções premiadas para clientes. Ele também é blogueiro freqüentes e notou o analista em arquitetura corporativa, SOA e tópicos de computação em nuvem. Morgenthal é também autor de &#8220;Enterprise Information Integration: uma abordagem pragmática&#8221;, que define uma metodologia para a utilização de SOA e semântica para simplificar a integração.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mundosoa.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mundosoa.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mundosoa.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mundosoa.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mundosoa.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mundosoa.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mundosoa.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mundosoa.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mundosoa.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mundosoa.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mundosoa.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mundosoa.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mundosoa.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mundosoa.wordpress.com/62/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=62&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/usando-itil-v3-como-fundacao-para-a-governaca-soa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/45357f85d69a14ff6c842fe6109b10c0?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Sandro Rogério</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>ITIL v3 &#8211; parte 1</title>
		<link>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/itil-v3-parte-1/</link>
		<comments>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/itil-v3-parte-1/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 13:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[ITIL]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mundosoa.wordpress.com/?p=59</guid>
		<description><![CDATA[O novo esquema de qualificação da ITIL V3 é bem mais estruturado e fornece uma carreira para o profissional que deseja se especializar em gerenciamento de serviços de TI com ITIL. Há bem mais opções de cursos em comparação ao &#8230; <a href="http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/itil-v3-parte-1/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=59&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O novo esquema de qualificação da ITIL V3 é bem mais estruturado e  fornece uma carreira para o profissional que deseja se especializar em  gerenciamento de serviços de TI com ITIL. Há bem mais opções de cursos  em comparação ao esquema anterior. Basta saber se vamos um dia no Brasil  ter todas as opções de treinamento que já existem na Europa.<br />
A certificação Foundation continua existindo, agora com um novo  currículo que exige que o profissional tenha um conhecimento básico das  cinco principais publicações da ITIL V3. Na ITIL V2 Foundation o  candidato tinha que estudar apenas os processos dos livros Suporte ao  Serviço e Entrega do Serviço. As certificações intermediárias exigem que  o profissional faça um treinamento oficial, cujo programa é direcionado  para quem quer ganhar um entendimento mais profundo da ITIL e sua  implementação nas organizações.<br />
O nível ITIL Manager da V2 é equivalente ao ITIL Expert na V3, porém  agora não é necessário fazer um exame, basta acumular 22 pontos para  alcançar este título.</p>
<p>Os pontos são acumulados conforme as certificações que são obtidas na  base da pirâmide. Há também neste novo esquema cursos avançados que  estão ainda em desenvolvimento.</p>
<p><a href="http://tecnologiaegestao.files.wordpress.com/2010/01/esquema-v3.jpg"><img title="esquema v3" src="http://tecnologiaegestao.files.wordpress.com/2010/01/esquema-v3.jpg?w=290&#038;h=300&#038;h=300" alt="" width="290" height="300" /></a></p>
<p><strong>1. Nível Foundation</strong></p>
<p>ITIL V3 Foundation é o curso introdutório. Este curso é voltado para  profissionais de TI que precisam ter conhecimentos básicos dos conceitos  da ITIL . Ao obter a certificação Foundation o profissional ganha 2  pontos no seu currículo. Para fazer o exame de certificação o candidato  não é obrigado a participar de um treinamento oficial. É possível obter o  conhecimento através de auto-estudo. O exame pode ser agendado nos  centros de testes PROMETRIC e VUE ou na ZILLION que é também oferecido  pela EXIN e ISEB. O custo é de US$ 165,00. O exame tem a duração de 60  minutos (75 minutos para quem vai fazer em um idioma que não é língua  nativa), é composto por 40 questões de múltipla escolha com apenas uma  resposta correta por questão. É necessário obter 65% de acerto para  obter a aprovação. O exame no idioma português já está disponível nos  centros de treinamento credenciados, na PROMETRIC possivelmente início  de 2009.</p>
<p><strong>2. Nível Intermediário</strong></p>
<p>Este nível tem algumas semelhanças com os cursos practitioners da V2.  É dividido em duas áreas: Ciclo de Vida e Habilidade. Os módulos do  Ciclo de Vida são voltados para quem quer ter um entendimento do Ciclo  de Vida do Serviço e seus estágios. Os módulos de Habilidade são  orientados para processos, funções e papéis dentro de uma organização de  TI. Cada curso nestes módulos possui uma prova de avaliação, e só é  possível fazer esta prova participando dos cursos oficiais. É  pré-requisito ter a certificação ITIL V3 Foundation para realizar os  cursos do nível intermediário. Cada certificação realizada relacionada a  um módulo do Ciclo de Vida acumula 3 pontos, e a um módulo de  Habilidade acumula 4 pontos.</p>
<p><strong>2.1 Gerenciamento através do Ciclo de Vida</strong></p>
<p>Este é um curso direcionado para gerentes de serviços, abrangendo no  conteúdo do curso questões de Negócio, Mudança Estratégica,  Gerenciamento de Riscos, Avaliação do Projeto de Ciclo de vida. O  pré-requisito é o certificado Foundation e mais 30 horas de treinamento  acreditado. Esta certificação acumula 5 pontos.</p>
<p><strong>3. Certificação ITIL V3 Expert</strong></p>
<p>Ao acumular o mínimo de 22 pontos nos módulos anteriores o  profissional recebe este certificado. O profissional pode receber 2  pontos da certificação Foundation e 5 da certificação mandatória  Gerenciamento através do Ciclo de Vida. Os outros 15 pontos podem  obtidos realizando as certificações dos módulos do Ciclo de Vida ou de  Habilidade. A APMG recomenda que a pontuação seja balanceada em 2 cursos  de cada área. Quem tem algum certificado na ITIL V2 também acumula  pontos para a</p>
<p>obtenção do certificado de ITIL Expert. O ITIL V2 Manager dá 17  pontos e o ITIL V2 Foundation 1,5. Quem tiver já o certificado de ITIL  V2 Manager basta fazer o curso V3 Manager´s Bridge e conseguirá os 22  pontos necessários para ser um ITIL V3 Expert, ou seja, não é necessário  fazer o curso de V3 Foundation Bridge.</p>
<p><strong>Opções de migração (bridge)</strong></p>
<p><a href="http://tecnologiaegestao.files.wordpress.com/2010/01/bridge.jpg"><img title="bridge" src="http://tecnologiaegestao.files.wordpress.com/2010/01/bridge.jpg?w=300&#038;h=213&#038;h=213" alt="" width="300" height="213" /></a></p>
<p>Quem  já possui alguma certificação na ITIL V2 não é obrigado a fazer a  migração para a V3, é uma opção para quem quer ter seu certificado  atualizado ou para quem quer obter pontos para alcançar o título de ITIL  V3 Expert. Uma vez que o profissional é certificado em ITIL, não  importará a versão – o certificado terá seu valor no mercado.  Entretanto, quem pretende seguir carreira no novo esquema de  qualificação é interessante optar pelos exames de migração (Bridge).</p>
<p>Quem já tem a certificação ITIL V2 Foundation tem 1,5 ponto e pode  fazer o exame ITIL V3 Foundation Bridge e acumular mais 0,5 ponto,  totalizando 2 pontos. Este exame é oferecido apenas nos centros de  testes EXIN e não está disponível na PROMETRIC/VUE. A taxa é de US$  80.00, mas como estes centros cobram impostos e mais uma margem de  lucro, no final o custo de fazer o V3 Bridge é o mesmo de fazer o ITIL  V3 Foundation na PROMETRIC. Na PROMETRIC o pagamento da taxa é feito com  cartão de crédito internacional diretamente no site e não há  necessidade de pagar nenhuma taxa extra.</p>
<p>O exame ITIL V3 Foundation Bridge é composto por 20 questões de  múltipla escolha, sendo necessário acertar 65% (13 questões). A duração é  de 30 minutos. O pré-requisito é ter o certificado ITIL V2 Foundation. O  exame está disponível somente no idioma inglês. Para saber quais são os  locais que aplicam o exame V3 Bridge localize no site <a href="http://www.exin-exams.com/" target="_blank">www.exin-exams.com</a> as empresas credenciadas . As empresas que são centros de treinamento  credenciados pelo EXIN nem sempre permitem o candidato fazer o exame sem  ter feito o curso, mas não é obrigatório fazer o curso oficial para  prestar o exame do V3 Bridge. No Brasil existem algumas empresas que são  apenas centros de testes e permitem fazer o exame sem ter feito o  curso.</p>
<p>Quem já tem a certificação ITIL V2 Manager acumula mais 17 pontos. Ao  fazer o exame V3 Manager´s Bridge acumulará mais 5 pontos. É muito  interessante ainda fazer a formação ITIL V2 Manager, pois esta é o  caminho mais rápido para acumular pontos para obtenção do título ITIL V3  Expert. Para fazer o exame V3 Manager´s Bridge é necessário participar  do treinamento oficial que tem duração de 4 dias e uma prova de 20  questões de múltipla escolha. Outro fator crucial para optar pela  formação ITIL V2 Manager: para conseguir 17 pontos no novo esquema da  ITIL V3 você precisará investir muito mais dinheiro e tempo.</p>
<p>Veja no site oficial da ITIL uma calculadora de conversão de pontos da ITIL V2 para ITIL V3.<br />
<a href="http://www.itil-officialsite.com/itilmapping/v2/map.asp" target="_blank">http://www.itil-officialsite.com/itilmapping/v2/map.asp</a></p>
<p>As certificações Practitioners também pontuam neste novo esquema de  qualificação. Cada certificação practitioner composta de mais de um  processo (Clusters ou Combo) acumula 3.75 pontos. Certificações  Practitioners de um processo apenas acumulam 1 ponto cada uma.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mundosoa.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mundosoa.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mundosoa.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mundosoa.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mundosoa.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mundosoa.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mundosoa.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mundosoa.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mundosoa.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mundosoa.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mundosoa.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mundosoa.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mundosoa.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mundosoa.wordpress.com/59/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=59&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/itil-v3-parte-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/45357f85d69a14ff6c842fe6109b10c0?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Sandro Rogério</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://tecnologiaegestao.files.wordpress.com/2010/01/esquema-v3.jpg?w=290&#38;h=300" medium="image">
			<media:title type="html">esquema v3</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://tecnologiaegestao.files.wordpress.com/2010/01/bridge.jpg?w=300&#38;h=213" medium="image">
			<media:title type="html">bridge</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>ITIL &#8211; V3</title>
		<link>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/itil-v3/</link>
		<comments>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/itil-v3/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 13:40:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[ITIL]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mundosoa.wordpress.com/?p=57</guid>
		<description><![CDATA[Começarei esta semana uma sequência de materias sobre os fundamentos do ITIL &#8211; V3, e suas grandes mudanças em relação ao V2. Principalmente em relação aos ciclos de vida de serviços que tem grande semelhança e aplicabilidade a Arquitetura SOA. &#8230; <a href="http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/itil-v3/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=57&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começarei esta semana uma sequência de materias sobre os fundamentos do ITIL &#8211; V3, e suas grandes mudanças em relação ao V2.</p>
<p>Principalmente em relação aos ciclos de vida de serviços que tem grande semelhança e aplicabilidade a Arquitetura SOA.</p>
<p>Espero que estas informações possam agregar conhecimento aos interreçados</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mundosoa.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mundosoa.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mundosoa.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mundosoa.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mundosoa.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mundosoa.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mundosoa.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mundosoa.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mundosoa.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mundosoa.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mundosoa.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mundosoa.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mundosoa.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mundosoa.wordpress.com/57/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=57&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mundosoa.wordpress.com/2010/12/06/itil-v3/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/45357f85d69a14ff6c842fe6109b10c0?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Sandro Rogério</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Arquitetura Orientada a Serviços e Cyber Segurança</title>
		<link>http://mundosoa.wordpress.com/2010/11/23/arquitetura-orientada-a-servicos-e-cyber-seguranca/</link>
		<comments>http://mundosoa.wordpress.com/2010/11/23/arquitetura-orientada-a-servicos-e-cyber-seguranca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 12:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mundosoa.wordpress.com/?p=53</guid>
		<description><![CDATA[O impacto de uma aplicação SOA Federal e Cyber-Warrior Em um artigo anterior, eu disse que nós podemos ver Service-Oriented Architecture (SOA) como uma síntese de Enterprise Application Integration (EAI) plataformas com ferramentas de middleware. Esta evolução tem evoluído para &#8230; <a href="http://mundosoa.wordpress.com/2010/11/23/arquitetura-orientada-a-servicos-e-cyber-seguranca/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=53&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O impacto de uma aplicação SOA Federal e Cyber-Warrior</p>
<p>Em um artigo anterior, eu disse que nós podemos ver Service-Oriented Architecture (SOA) como uma síntese de Enterprise Application Integration (EAI) plataformas com ferramentas de middleware. Esta evolução tem evoluído para um estilo arquitetônico que, as entidades podem então utilizar para executar os serviços essenciais e alinhar com o seu modelo operacional para atingir as estratégias, metas e objetivos.</p>
<p>A maioria dos que interagem com ou ter interagido com o Departamento de Defesa (DoD), vai saber dos vários domínios através do qual as operações são executadas.</p>
<p>Como acontece com qualquer entidade eficazes dentro da esfera federal, o Departamento de Defesa em seu esforço para garantir que as informações de missão crítica é acessível, visível, implicitamente claro para seus usuários finais e disponível como exigiu de forma eficiente, tem implementado uma abordagem técnica arquitetônica com SOA implementações.</p>
<p>É claro que como em qualquer implementação SOA independentemente da indústria, haverá áreas de necessidade que é necessário resolver, por exemplo, a existência de disparidades na modelagem de dados e de serviços.</p>
<p><img src="http://res.sys-con.com/story/sep10/1546367/Business_Applications_468.gif" alt="" width="468" height="263" /></p>
<p style="text-align:left;">Mas será que podemos realmente ter um centro de comando ao acaso, com diversas implementações DBMS possivelmente abastecido com aplicativos de servidor de múltiplos clientes, que por sua vez, provavelmente, codificados em várias línguas e integrá-los em uma execução de SOA funcional? Talvez, pelo menos em teoria &#8230; right? certo?</p>
<p>Infelizmente, devido a um motivo ou outro, no passado, o processo de compartilhamento de dados entre domínios foi difícil se em tudo isto é possível, preso em um fogão de tubos ou silos de informação. O Departamento de Defesa em um esforço para amenizar isso, mudou-se para adoptar e empregam uma série de estratégias dos quais um é registro de metadados e implementações de registro de serviço.</p>
<p>No entanto um desafio fundamental enfrentado com o volume de informações estruturadas e não estruturadas de forma adequada é compatível com o sistema de buscas intenção do usuário e do contexto &#8211; os metadados de direito. Isso para que a informação que se relaciona / dados pode ser efetivamente utilizado por ciclo de descoberta.</p>
<p>Enter the terminology <em><strong>NetCentric.</strong></em> Digite o <em><strong>netcentric</strong></em> terminologia <em><strong>Consórcio.</strong></em> De acordo com a Network Centric Operations Indústria <a href="https://www.ncoic.org/home/">NCOIC</a> <em>&#8220;; <a href="https://www.ncoic.org/apps/group_public/download.php/14326/Net_Centric_Services_Framework_V2.1%28final%29.pdf">centricity-Net</a> busca aproveitar a evoluir as capacidades de rede para melhorar a eficiência global da empresa. &#8220;</em></p>
<p>Por esta definição podemos ter esperança de assumir em termos de combate a intenção é tirar proveito da tecnologia. Uma rota que incorporam sistemas / processos em um movimento longe de simplesmente automatizar os processos para analisar e saída de dados em um sistema (SOA), mas sim onde a tecnologia é inversamente exploradas para melhorar as situações de combate em tempo real.</p>
<p>Estas estratégias evoluiu dentro da SOA &#8211; DOD espaço inteligência, resultante de três memorandos CIO DOD destinado a todos os serviços e foi denominado o <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://cio-nii.defense.gov/docs/net-centric-data-strategy-2003-05-092.pdf&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;usg=ALkJrhiikJLDFPQcLFBHr4wzjsrjVpjVHw">DOD Net-Centric Dados Estratégia</a> .</p>
<p>Em resumo, esta <a href="https://metadata.dod.mil/mdr/ns/ces/techguide/net_centric_data_strategy_ncds_goals.html">estratégia</a> exige dados a: Visível, acessível, compreensível, confiável, interoperável, ágil e institucionalizada <em>(este é o processo de incorporação de algo dentro de uma organização e estabelecê-lo como habitual dentro de um determinado ambiente).</em></p>
<p>De acordo com Cohen e Taylor, um dos objetivos do Departamento de Defesa, <em>&#8220;é a construção de melhorias na capacidade atual usando os pedaços de SOA e de Orientação para o serviço que melhor o trabalho, passando a escassez de volta para a indústria ea comunidade educativa para a perspectiva de novas soluções&#8221;.</em></p>
<p>Um exemplo de uma instância de ganhos da indústria privada, foi detalhado para mim em uma conversa que tive há alguns dias com uma equipe da <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;ie=UTF-8&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.modusoperandi.com/&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;usg=ALkJrhhoDef5GNPfXqpRxxHfC9woqGCP9w">Modus Operandi</a> .</p>
<p>O time chegou a discutir a sua contribuição em termos de SOA nas áreas federal e inteligência, uma vez que impactos uma melhoria na exploração de informações disponíveis e encurtando o ciclo de decisão.</p>
<p>O resultado do trabalho Modus Operandi é fornecer informações seguras dentro dos prazos taticamente útil</p>
<p>É claro que eles só compartilhado informações publicamente disponíveis comigo.</p>
<p>A empresa afirma que <em>&#8220;grandes volumes de dados em bruto apresentam um desafio significativo. Usuário são normalmente deixadas manualmente para interpretar silos separados dos dados e resultados de pesquisa para peneirar o relevante do irrelevante&#8221;.</em></p>
<p>Como resultado, uma área que essa empresa de endereços é um meio para permitir que analistas de superar a enxurrada de dados que é entregue a eles, com uma proposta de quadro para gerenciar esse volume de dados não estruturados.</p>
<p>Esta é a sua vez pode levar a permitir que os usuários autorizados a trabalhar perfeitamente em conjunto, independentemente da localização.</p>
<p>De acordo com o diretor Tod Hagan, ISR Software Solutions, o quadro desta empresa tem desenvolvido, pode permitir que um analista de inteligência para a produção de matéria essencial e imediata pronto dentro de um cronograma que permite lutar eficazmente contra por exemplo, dados que normalmente leva vários dias para analisar e interpretar pode agora ser analisados e interpretados dentro de algumas horas ou minutos.</p>
<p>Em essência, este quadro chamado Wave-EF realiza enriquecimento semântico dos dados que por sua vez permite a fusão de dados baseados em ontologias e descoberta. <strong><em></em><em></em></strong></p>
<p>Modus Operandi define Semântica Enriquecimento e Fusão de Dados de base ontológica da seguinte forma:</p>
<p><em>Enriquecimento semântico: a automatizada e escalonável além de tags de metadados XML para dados brutos que representam o significado embutido e fatos relevantes.</em> <em></em></p>
<p><em>Ontologia de dados baseado em Fusão: a correlação de fatos relacionados ao domínio da ontologia de conceitos um, e suporte para consultas de semântica e de raciocínio da máquina.</em></p>
<p>O quadro Wave-EF facilita um maior nível de automação de dados e raciocínio máquina. O benefício de raciocínio da máquina é a capacidade de inferir informações que não está explícito nos dados.  Wave-EF não só analisa a inteligência primas, mas também suplementos adicionais meta-tags.</p>
<p>Esse processo aumenta a construção de um processo que, não só permite a descoberta de informações, mas também aumenta a quantidade de dados relevantes sobre a capacidade de informação para se tornar detectável.</p>
<p>Em conclusão, enquanto, eu pessoalmente não interagia com esse sistema, baseado em folhas de dados, conversas e apresentações que eu tinha conhecimento, o sistema parece se concentrar em uma área de funcionalidade do núcleo e componentes de interface do usuário com o hardware de forma concisa e integral / integração de software .</p>
<p>Este, por sua vez garante integrações adequadas para outras fontes de dados fornecidos, é escalável, manipula os dados em movimento, configura rapidamente e devido a sua persistência plugáveis evita vendor lock-in.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mundosoa.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mundosoa.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mundosoa.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mundosoa.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mundosoa.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mundosoa.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mundosoa.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mundosoa.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mundosoa.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mundosoa.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mundosoa.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mundosoa.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mundosoa.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mundosoa.wordpress.com/53/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=53&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mundosoa.wordpress.com/2010/11/23/arquitetura-orientada-a-servicos-e-cyber-seguranca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/45357f85d69a14ff6c842fe6109b10c0?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Sandro Rogério</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://res.sys-con.com/story/sep10/1546367/Business_Applications_468.gif" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Arquitetura Orientada a Serviços e a Nuvem</title>
		<link>http://mundosoa.wordpress.com/2010/11/22/arquitetura-orientada-a-servicos-e-a-nuvem/</link>
		<comments>http://mundosoa.wordpress.com/2010/11/22/arquitetura-orientada-a-servicos-e-a-nuvem/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 13:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mundosoa.wordpress.com/?p=48</guid>
		<description><![CDATA[O que é SOA? Pode-se dizer que a síntese de Enterprise Application Integration (EAI) plataformas com ferramentas de middleware e conceitos evoluiu para o que hoje conhecemos como Service Oriented Architecture. SOA, em seguida, representa um modelo baseado em padrões &#8230; <a href="http://mundosoa.wordpress.com/2010/11/22/arquitetura-orientada-a-servicos-e-a-nuvem/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=48&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é SOA? Pode-se dizer que a síntese de Enterprise Application Integration (EAI) plataformas com ferramentas de middleware e conceitos evoluiu para o que hoje conhecemos como Service Oriented Architecture.</p>
<p>SOA, em seguida, representa um modelo baseado em padrões de arquitetura com ênfase em serviços de negócios e operações centradas em vez do que a tecnologia orientada para objectivos: Em outras palavras, um estilo arquitectónico que as empresas podem utilizar para executar os serviços e alinhar com o seu modelo de negócios para atingir sua estratégia de negócios, metas e objetivos.</p>
<p>Por exemplo, uma solicitação do usuário final de um determinado serviço de TI por requisitos que definem os níveis de capacidade e qualidade, em resposta a isso, os requisitos será entregue quando especificado em uma metodologia de prestação de serviços com base que é um processo consciente e que permite a auditoria.</p>
<p><img src="http://res.sys-con.com/story/sep10/1524663/Data_Center_468.gif" alt="" width="468" height="263" /></p>
<p>De acordo com Thomas Erl, podemos definir Service Oriented Architecture (SOA) como <em>&#8220;uma abordagem baseada em padrões de arquitectura para a construção de aplicações usando um conjunto de acoplamento fraco, baseado em padrões, e bem definido de serviços <strong>reutilizáveis&#8221;.</strong></em></p>
<p>Tradicionalmente, a maioria do pessoal de TI lidar com SOA em algum ponto no tempo encontrou obstáculos que afectem as estruturas de decisão, bem como construir um roteiro de SOA. Isto foi particularmente evidente se houve uma lacuna persistente entre TI e negócios.</p>
<p>Vimos também que uma demanda crescente na velocidade e flexibilidade em relação às implementações de SOA, mais com aplicativos de negócios que estão aumentando as exigências para obter o valor das aplicações que sejam implementadas. Esta unidade dinâmica e necessidade SOA torna um modelo ideal para implementar um serviço de computação em nuvem.</p>
<p>No entanto, embora eu acredite que as seguintes diretrizes estabelecidas por um SOA é essencial para o sucesso deste tipo de ambiente orientada a serviços, um aspecto importante de qualquer implementação SOA é a sua governação.</p>
<p>No entanto, há lacunas no modelo SOA tradicional em termos de governança que podem impactar a maximização completa de um serviço na nuvem.</p>
<p>afirmou que, <em>&#8220;de gestão ou de governo nem sempre é implementado que bem com SOA.&#8221;</em> O parecer apresentado foi de que, se os serviços de computação em nuvem e entrega adequadamente concebido e implementado, a integridade dos dados seja em repouso ou em transição podem ser expostos a riscos pela maneira na qual <em>&#8220;as transacções são iniciadas, executadas e gravadas por meio potencialmente infra-estruturas e sistemas de aplicação distribuídos em vários locais na nuvem.&#8221;</em></p>
<p>In addition to affecting operational costs and the possibility of revenue loss, such a scenario can lead to unwanted legal concerns. Além de afetar os custos operacionais ea possibilidade de perda de receita, tal cenário pode levar a indesejáveis problemas legais.</p>
<p>Com a nuvem de ser um espaço de diversidade, a fim de tirar pleno partido da execução de uma SOA, deve haver protocolos para garantir que:</p>
<p>1. 1. Governança procedimentos sejam devidamente mapeadas</p>
<p>2. 2. O roteiro SOA está claramente definido e</p>
<p>3. 3. SOA processos envolvidos são efetivamente documentada</p>
<p>À luz deste arquiteto deve assegurar uma compreensão clara dos requisitos de processo de negócios que são coletados e interpretados para assegurar uma execução rigorosa que se alinha com os objetivos de negócio, objetivos e estratégias de longo prazo.</p>
<p>Tenha em mente que neste ecossistema dinâmico da computação em nuvem, um tem que responder por todas as possíveis variações de atividade do processo por entender como o processo pode e irá responder a um problema inesperado ou anormal, ao invés de simplesmente se concentrar no que poderia dar errado.</p>
<p>A fim de implementar e gerir um sistema eficaz de computação em nuvem estrutura de governança de implantação, políticas e processos precisam ser implementadas para superar as deficiências na gestão de SOA e prática actual governação.</p>
<p>Alguns desses problemas foram abordados em um estudo <em>&#8220;A Comprehensive SOA Governance Framework Baseado no COBIT&#8221;,</em> apresentado em 2010 no 6 º Congresso Mundial sobre os serviços em Miami.</p>
<p>Os pesquisadores apresentaram dados demonstrando o mérito de um quadro de governação procurar colmatar as lacunas que podem ser encontrados dentro de uma aplicação tradicional de uma SOA.</p>
<p>Sua proposta sugere um modelo que levaria a uma proliferação de capacidade de gestão para melhorar a tomada de decisões, gerenciar a complexidade e desenvolver mecanismos de controle e fiscalização; idealmente melhoria da governação.</p>
<p>Além de outras áreas, o estudo também identificou Serviço de Gerenciamento de Portfólio e de Monitoramento e Avaliação de processos como duas áreas que precisavam de mais atenção.</p>
<p>A solução para estes problemas pesquisadores foi de integrar os aspectos de governança e as principais características dos Objetivos de Controle para Informações e Tecnologia Relacionada (COBIT).</p>
<p>Assim que eles usaram essas características do COBIT para desenvolver <em>um &#8220;mensuráveis e mais expressiva estrutura de governança SOA, gerenciáveis em que todos os processos descrições, objetivos de atividade, objetivos de controle, atividades e métricas foram totalmente documentados aspectos como processos de gestão&#8221;.</em></p>
<p>Com a incerteza a hesitação por parte de alguns a adotar um serviço de nuvem apesar das vantagens comparativio ou percebido, eu acredito que a implementação de um modelo SOA, como proposto por estes pesquisadores podem aliviar algumas das principais preocupações associadas com a adopção de um serviço de computação em nuvem.</p>
<p>Ao assegurar que os processos e os protocolos estão em lugar que são gerenciáveis, mensuráveis, claramente definidas e controladas &#8211; preocupações como segurança, identidade e controle de acesso, juntamente com a conformidade e auditoria pode ser devidamente negociada.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mundosoa.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mundosoa.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mundosoa.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mundosoa.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mundosoa.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mundosoa.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mundosoa.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mundosoa.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mundosoa.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mundosoa.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mundosoa.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mundosoa.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mundosoa.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mundosoa.wordpress.com/48/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mundosoa.wordpress.com&amp;blog=1840614&amp;post=48&amp;subd=mundosoa&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mundosoa.wordpress.com/2010/11/22/arquitetura-orientada-a-servicos-e-a-nuvem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/45357f85d69a14ff6c842fe6109b10c0?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Sandro Rogério</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://res.sys-con.com/story/sep10/1524663/Data_Center_468.gif" medium="image" />
	</item>
	</channel>
</rss>
